07/06/2024 | 14:20:57 | 1505
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Cooperação, simplicidade e celeridade são temas de workshop promovido pela Esmafe/SE

Na última quinta-feira, 6, a Escola da Magistratura Federal - Núcleo Sergipe (Esmafe/SE) promoveu o workshop “Diálogos Previdenciários: cooperação, simplicidade e celeridade”. Com mais de 100 inscritos, o evento integrou a programação da 1ª Edição da Semana Nacional dos Juizados Especiais, coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e realizada também na JFSE, entre os dias 3 e 7 de junho.

Dando início ao workshop, o vice-diretor do Foro, Tiago José Franco Brasileiro, elogiou o evento e sua programação. “A Esmafe/SE está de parabéns pela organização desse workshop, que é uma verdadeira imersão nos temas da cooperação e da simplicidade”, afirmou o juiz.

O diretor da Esmafe/SE, juiz federal Gilton Batista Brito, falou sobre a importância dos Juizados Especiais Federais, que têm uma semana inteira de eventos sobre eles, coordenada pelo CNJ. “É imprescindível, também, que haja a cooperação entre os órgãos. Temos aqui presentes representantes do INSS, uma das principais partes em nossos processos; é preciso dialogar com eles, ouvir o que eles têm a dizer, independente de serem as decisões favoráveis ou não”, ressalta o magistrado.

Palestras

Com o objetivo de identificar problemas e pensar soluções relacionadas aos Juizados Especiais Federais no estado, durante os dois turnos da quinta-feira, 6, foram realizados diversos painéis. No painel 1, o juiz federal Tiago Brasileiro falou sobre “Escrita simples e JEF: um pacto para a eficiência”, enquanto o diretor da Esmafe/SE, Gilton Batista Brito, ministrou a palestra “Cooperação e celeridade na visão da Turma Recursal”.

No painel 2, o procurador federal Ricardo Silveira Ribeiro falou sobre “Inteligência artificial na Advocacia-Geral da União: projetos e perspectivas”, e Romildes Machado (AGU/SE) fez uma demonstração dos sistemas de instrução previdenciária.

À tarde, no painel 3, o advogado Ramon Cavalcante, presidente da Comissão de Direito Previdenciário da OAB/SE, falou sobre “Soluções práticas para o peticionamento judicial objetivando a celeridade da prestação da tutela jurisdicional”. Já o advogado Antônio Soares Silva Júnior ministrou a palestra “Linguagem conversacional no Direito”.

A defensora pública da União, Diana Alves Argentino de Souza, no painel 4, apresentou o tema “Cooperação, simplicidade e celeridade na visão da Defensoria Pública da União”. No painel 5, a advogada Ana Cláudia Mendes de Figueiredo falou sobre “Linguagem simples: instrumento de inclusão social e de acesso à informação e à justiça”. Para finalizar o evento, no painel 6, participou Jônathas Seixas, coordenador de Imprensa do CNJ, falando sobre “Linguagem simples na prática do CNJ”.