22/09/2022 | 11:36:43 | 1125
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Servidor da JFSE participa de evento sobre acessibilidade e inclusão no TRF5

Na última quarta-feira, 21, Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, o servidor José Marcos Santos Silva, lotado na 5ª Vara Federal de Sergipe - Juizado Especial Federal (JEF), participou de um importante evento na sede do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), marcado por relatos emocionantes, trocas de experiências e discussões sobre as barreiras físicas e emocionais vivenciadas por servidoras, servidores e terceirizados(as) com deficiência da Justiça Federal da 5ª Região (JF5).

A oficina “Nada sobre nós sem nós”, que integrou as atividades da I Semana de Acessibilidade e Inclusão, reuniu presencialmente cerca de 20 participantes, a maioria com deficiência, representando as seis Seções Judiciárias vinculadas, para falar sobre acolhimento, inclusão e condições de trabalho adequadas.

Após a abertura do evento, que contou com falas do presidente da Corte, desembargador federal Edilson Nobre, do juiz federal auxiliar da Presidência, Hallison Bezerra, e da diretora-geral do TRF5, Telma Motta, foram iniciadas as dinâmicas da oficina, cujas facilitadoras foram a juíza federal Lianne Mota, presidente da Comissão de Acessibilidade da Justiça Federal no Rio Grande do Norte (JFRN), e as servidoras  Cybelle Lemos e Shirley Magnólia, também da JFRN.

Carta Aberta

Como resultado do encontro, os participantes redigiram a “Carta Aberta: manifesto pela inclusão e acessibilidade na Justiça Federal da 5ª Região”, com reivindicações e proposições voltadas à melhoria das condições de acessibilidade e inclusão da pessoa com deficiência no Poder Judiciário. A ideia não é só garantir direitos dos servidores(as) e colaboradores(as) da JF5, mas transmitir valores e exemplos para a sociedade. 

Segundo os(as) servidores(as) com deficiência que participaram da elaboração do documento, foi identificado que, nas diversas etapas da jornada laboral - desde o processo admissional até o trabalho rotineiro -, há capacitismo e discriminação. Diante disso, o manifesto “é necessário não apenas para garantir condições de trabalho adequadas, mas também promover a criação de um ambiente inclusivo, em que o preconceito, os estereótipos e o capacitismo não encontram guarida”.

A Carta Aberta será encaminhada à Presidência do TRF5 e às direções dos Foros das Seções Judiciárias de Alagoas, Ceará, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Sergipe. 

   

  

 

Com informações e fotos do TRF5.